03.10.2018 | 13h04

Vingança no ar

O candidato Jair Bolsonaro encarna o sentimento de “vingança” de parte do eleitorado brasileiro ao ser contra isso tudo que está aí: “já que não dá para mudar a democracia de dentro, que venha alguém que não tem compromisso com ela para fazer a mudança”, escreve o professor Marcos Nobre, na piauí.

No entanto, analisa Nobre, a fatia do eleitorado “nem nem”, que vai decidir as eleições e despreza o componente vingativo, calcularia assim: “qual o caminho menos pior para tentar recompor aquele conjunto básico de regras que permite o convívio das diferenças sem violência e que costuma receber o nome de democracia?”.


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