13.08.2018 | 15h24

Vem aí: menos e maiores partidos

Partidos nanicos criados para levar um nome forte ao poder, sem ideologia clara ou projeto para o País. Essa tendência começou a ganhar força com a criação do PRN para abarcar a candidatura de Fernando Collor em 1989, explica à Folha Bruno Bolognesi, professor da UFPR e coordenador do Laboratório dos Partidos Políticos e Sistemas Partidário.

Chegamos hoje a 35 legendas, o ápice da fragmentação, segundo Jairo Nicolau, da UFRJ. Para ele, “com a nova lei da cláusula de desempenho, os deputados dos partidos muito pequenos devem migrar para outros maiores”.


VOLTAR PARA O ESTADÃO