30.08.2018 | 11h46

Uma campanha, dois mundos

“É uma incógnita o papel que a internet terá nesse pleito, mas é possível apostar que o que houver de renovação será graças a ela”, escreve a colunista Mariliz Pereira Jorge, na Folha. É impressionante a diferença entre a campanha que ocorre online e offline. Na propaganda da TV, debates e entrevistas temos as mesmas caras. É possível “sentir-se em 2006”. O caráter inédito desta campanha cria “mundos paralelos”, um que remete à velha política, e outro mais variado, que dá visibilidade a novas caras.


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