24.07.2018 | 17h14

Um guia para entender a escolha dos vices

A poucos dias do prazo final para a definição das candidaturas presidenciais, quase ninguém escolheu seu vice. Aqui vai um guia mostrando em que pé estão as negociações com as principais candidaturas.

Jair Bolsonaro (PSL) – Já tentou atrair, sem sucesso, o senador Magno Malta e o general Augusto Heleno. Caminha para levar o terceiro não, agora de Janaína Paschoal.

Marina Silva (Rede) – Sem fechar alianças, pode apostar em solução interna, como indicar o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira.

Ciro Gomes (PDT) – Tentou, sem sucesso, alguém do Centrão. Agora, reserva a vaga para o PSB, em troca de apoio a sua candidatura.


Geraldo Alckmin (PSDB) – Fechou aliança com o Centrão e queria indicar Josué Gomes, mas o empresário ficou distante. Pode escolher um político do DEM.

PT – Não tem nem candidato, quanto mais vice.

Álvaro Dias (Podemos) – Tenta fechar aliança com um arco de partidos pequenos, apelidado de Centrinho. Seu vice pode sair do grupo.

Henrique Meirelles (MDB) – Ainda tenta uma derradeira aliança. Seu sonho de consumo é ter um vice ligado ao eleitorado evangélico.

João Amoêdo (Novo) – Um dos raros a definir vice. Será o cientista político Cristian Lohbauer.

Guilherme Boulos (Psol) – Também tem vice. Será Sônia Guajajara.

Manuela D’Ávila (PCdoB) – Sem vice, a pré-candidato periga virar ela mesmo vice do candidato que o PT decidir lançar.

Paulo Rabello de Castro (PSC) – Não tem vice, mas disse que gostaria que fosse uma mulher. /M.M.

 

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