12.04.2018 | 11h21

Um banqueiro entre Amoêdo e Meirelles

Um banqueiro que declarou ter votado em Dilma Rousseff em 2014 dá sua receita para o futuro do Brasil: “fazer reformas, dar independência ao BC, privatizar os bancos e empresas estatais, rever o papel do BNDES e modernizar as agências reguladoras. O Estado tem que se concentrar em educação, saúde e segurança”, afirma Ricardo Lacerda à Folha, do banco de investimento BR Partners, que desde 2010, fechou operações de R$ 100 bilhões.

Ele parece estar entre Henrique Meirelles e João Amoêdo, do Novo, a quem compara com o francês Emmanuel Macron, o fetiche dos liberais econômicos.


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