13.09.2018 | 18h06

O ‘pico da volatilidade’ para o UBS

Em relatório produzido para clientes sobre as eleições no Brasil, intitulado The rise of the left (a ascensão da esquerda), o banco suíço UBS diz que o mercado financeiro ainda não precificou uma eventual disputa entre Bolsonaro e Haddad no segundo turno das eleições — cenário que a instituição considera mais provável.

“Na nossa opinião os preços atuais do mercado não refletem o que nós vemos como resultado mais provável no primeiro turno”, afirma o relatório, assinado por Tony Volpon, economista-chefe do UBS no País e ex-diretor do Banco Central, e pelo economista Fabio Ramos. “Nós acreditamos que, como nas eleições de 2002, o pico da volatilidade (no mercado) ocorrerá entre o primeiro e o segundo turnos. / José Fucs

 


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