09.08.2018 | 07h48

Tudo na última hora

O que se pode dizer com certeza até aqui sobre as eleições de 2018 é apenas o que não se consumou: o derretimento de Jair Bolsonaro, o surgimento de um “outsider” e a propalada união da esquerda, por exemplo. William Waack parte desta constatação inicial para analisar em sua coluna no Estadão todas as complexas variáveis em jogo no pleito e concluir que “a decisão numa eleição tão apertada acabará a cargo da parcela de comportamento menos previsível entre aqueles que vão às urnas: os eleitores que formam opinião na derradeira hora”. “Especialmente mulheres, pobres e de meia-idade.”


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