26.04.2018 | 11h15

Transportar provas para confundir

A decisão do Supremo Tribunal Federal de tirar as delações da Odebrecht de Curitiba e levar a São Paulo pode significar um detalhe confuso criado pelos ministros no processo da Lava Jato, opina Míriam Leitão em texto no jornal O Globo.

O “departamento secreto de propinas” da empresa começou a ser investigado em Curitiba e pode afetar tanto a ação penal que trata do Instituto Lula quanto a do sítio de Atibaia. A colunista ressalta que não se pode desligar os fatos de sua relação com a Petrobrás, sob o risco de sepultar a investigação.


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