08.03.2019 | 08h44

Tiro saiu pela culatra

“Jair Bolsonaro enfileirou fuzileiros navais no centro do Rio, agradeceu a Deus por estar vivo e disse que assumiu a Presidência para cumprir uma missão. Apelou ao patriotismo e à ideologia conservadora”, escreveu Bruno Boghossian na Folha. O colunista descreve os momentos que antecederam a declaração do presidente de que “democracia e liberdade só existem quando as suas respectivas Forças Armadas assim o querem”.

Para o colunista, a declaração rebaixa a democracia para elevar os militares. Com isso, Bolsonaro tenta recuperar o apoio nos quartéis, mas nem mesmo lá a frase foi bem recebida.


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