06.09.2018 | 15h36

Teste de fidelidade

“Especialistas em marketing político que acompanham a eleição presidencial à distância veem motivo, razão e circunstância para a mudança de tom que Jair Bolsonaro (PSL) empregou ao seu discurso nos últimos dias. No Acre, o deputado federal falou em ‘fuzilar a petralhada’; no Distrito Federal, chutou um Pixuleco; ao comentar o incêndio no Museu Nacional, fugiu do figurino emocional que os outros candidatos vestiram: ‘Já pegou fogo. Quer que eu faça o quê?'”, escreveu Daniela Lima na Folha.

A articulista avalia que o ex-capitão do Exército está acentuando o discurso radical para testar os limites de fidelidade de seu eleitorado.


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