29.10.2018 | 19h36

Tempos de cumprimentos virtuais

Fernando Haddad precisou esperar o dia seguinte para cumprimentar, via Twitter, Jair Bolsonaro pela eleição. Levou mais tempo até do que o presidente venezuelano Nicolás Maduro para fazer isso. Mas fez. Bolsonaro respondeu da mesma maneira, agradecendo a mensagem também via Twitter. Ninguém precisou olhar na cara de ninguém, nem ouvir a voz do outro.

Em 2014, foi diferente. Apesar de ter perdido por diferença bem menor, Aécio Neves ligou para a então presidente Dilma Rousseff e lhe deu os parabéns pela reeleição. Pouco tempo depois, seu partido, o PSDB, entrou com pedido junto à Justiça Eleitoral contestando a vitória petista. /M.M.


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