23.10.2018 | 11h40

‘Sentimentos radicalizados’

“Num momento de sentimentos radicalizados, em que um candidato tem a faixa presidencial praticamente na mão, a conduta esperada de alguém com um mínimo de apreço pela República seria adotar o discurso da conciliação. O governo é para todos, o opositor não é inimigo, as instituições vêm antes do projeto de poder”, escreveu Joel Pinheiro da Fonseca na Folha.

Para o colunista, a eleição já está definida, independentemente do que o líder na corrida eleitoral declare. Por isso, será necessário a sociedade estar vigilante para defender a lei contra a força.


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