15.04.2018 | 07h51

Sempre pode piorar

Com as atenções voltadas para a disputa presidencial e a restrição ao financiamento eleitoral, partidos do chamado Centrão fazem da eleição de deputados e senadores sua prioridade, o que pode piorar o já elevado índice de fisiologismo no Congresso. É a análise feita por Eliane Cantanhêde em sua coluna no Estadão.

“O que significa? Qualquer que seja o futuro presidente da República a partir de janeiro de 2019 vai ficar ainda mais nas mãos do Centrão, que já pinta, borda e cobra caro faz tempo (…).”


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