02.11.2018 | 07h59

‘Sem medo de morrer’

A boa recepção ao nome do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça vai suplantar as críticas de partes específicas do universo político e jurídico, como petistas, esquerdistas, condenados, investigados, juristas e advogados.

O discurso crítico de que a ida do magistrado para o governo de Jair Bolsonaro demonstra como caiu a máscara da neutralidade de Moro pode criar “togas-justas” no Supremo e reforçar internacionalmente a retórica do “golpe”, mas “não dará em nada”, escreve a colunista Eliane Cantanhêde, no Estadão.


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