14.09.2018 | 10h32

Segurança presidencial

“A entrada formal de Fernando Haddad como candidato do PT à Presidência é um baita problema para o esquema de segurança montado pela PF. Apoiado por Lula e com apenas 26 dias de campanha para fazer saber que está na disputa, Haddad vai ter de se expor nas ruas e participar de eventos públicos – um modelo muito semelhante ao adotado por Jair Bolsonaro até quinta-feira passada, quando foi esfaqueado em Juiz Fora (MG)”, analisou Roberto Godoy no Estadão.

O jornalista aponta os novos recursos empregados pela PF pós-facada e os protocolos de segurança a serem seguidos pelos candidatos.


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