10.08.2018 | 08h52

Rotina de violência contra a mulher

“É como se esses homens se sentissem no direito de decidir sobre a vida e a morte da ‘sua’ mulher. Logo, é uma doença não de um indivíduo, mas de uma sociedade inteira, com o Estado impassível – ou simplesmente impotente”, escreve Eliane Cantanhêde no Estadão.

A colunista analisa os números da violência contra a mulher e ressalta a complacência da sociedade com o problema, além de defender a urgência de colocar o tema em debate entre os candidatos nas eleições deste ano.

 


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