13.10.2018 | 09h16

Retrocesso nas reformas

Quando se esperava um avanço na discussão das reformas no segundo turno, em alguns pontos houve até retrocesso, escreve Adriana Fernandes em sua coluna no Estadão neste sábado. “Os dois candidatos resolveram focar em mudanças da reforma, no futuro, na direção do modelo capitalização, regime incompatível com o quadro de déficits crônico das contas públicas, pois exigiria um custo gigantesco para bancar o benefício dos que já se aposentaram ou vão se aposentar. Um custo crescente, que em 2040 chegaria a R$ 310 bilhões. Está claro que os planos para capitalização servem de subterfúgio para não fazer a reforma logo”, afirma.


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