15.10.2018 | 07h16

Reformas serão desafio

Não está claro se qualquer um dos candidatos que seja eleito terá facilidade de aprovar as reformas, seja pelo programa de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad ou pela composição do novo Congresso. A opinião é do diretor para as Américas da consultoria de risco político Eurasia, Cristopher Garman, em entrevista ao Estadão.

Para ele, a renovação do Legislativo não significa, necessariamente, que os eleitos tenham perfil reformista. “Uma base conservadora no Congresso em termos morais não se traduz necessariamente em uma base reformista em termos de mercado. Temos vários parlamentares que defenderam a reforma da Previdência e não foram reeleitos”, afirma.


VOLTAR PARA O ESTADÃO