24.05.2018 | 19h18

Querem combustível ou intervenção militar?

Reportagem da BBC Brasil mostra que ativistas pró-intervenção militar estão tentando influenciar a greve dos caminhoneiros. Em pelo menos cinco grupos de WhatsApp organizados pelos grevistas pipocam mensagens dizendo que a paralisação não é só por uma nova política de preços na Petrobrás, mas também para a derrubada dos poderes da República.

Páginas militaristas no Facebook mostram inclusive um sindicalista da CUT sendo agredido em um acampamento de caminhoneiros. Procurada, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) disse que a entidade não apoia nenhuma intervenção militar, mas “se o caminhoneiro X, Y ou Z acredita que a intervenção é o melhor caminho, a gente aceita”.


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