18.08.2018 | 10h23

Quando o Brasil ignorou decisão da OEA

Em meio às discussões sobre a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU em defesa da candidatura de Lula, vale relembrar um caso semelhante.

Em 2011, sob o governo Dilma, o Brasil ignorou uma medida cautelar da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) que pedia a suspensão das obras de Belo Monte. O País não só ignorou o pedido, como decidiu retaliar a organização, segurando o pagamento da cota anual de US$ 6 milhões à instituição.


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