18.10.2018 | 16h27

Projeto 2022 longe da história

O recente ataque de Cid Gomes à campanha de Fernando Haddad, tão imbuído hoje do espírito eleitoral de 2022, faz lembrar o destino de Carlos Lacerda e Juscelino Kubtischek – ambos cassados pelos militares durante a ditadura, narra Maria Cristina Fernandes, no Valor.

“Parece exagero imaginar que 2022 pode perder seu lugar cativo no calendário eleitoral, uma vez que Jair Bolsonaro, se vier a se tornar presidente, não o será por golpe mas pelo voto da maioria. Desde a Alemanha de 1932, porém, sabe-se que governo eleito não é garantia contra tragédias”, escreveu.


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