24.11.2018 | 11h40

‘Progressistas’ ou ‘regressistas’?

Enquanto adversários proclamam que a presidência de Jair Bolsonaro será um “retrocesso” (alguns falam até mesmo em “volta da Idade Média”), o jurista Ives Gandra Martins vai na direção oposta. Em artigo de opinião publicado no Estadão deste sábado, Martins classifica Bolsonaro e seus aliados como “o futuro”, enquanto os auto-proclamados progressistas seriam a melhor representação do passado que devemos deixar para trás.

“O certo é que a eficiência – que não foi a marca dos governos passados – é que determina, hoje, o progresso das nações. Assim é que entre as 20 maiores democracias do mundo não há um país ‘progressista’.  É de lembrar que os governos ‘progressistas’ dos séculos 20 e 21 provocaram um profundo recuo no desenvolvimento de seus países, sendo, pois, ‘regressistas’; e todos os governos ‘conservadores’, por adotarem a economia de mercado, foram ‘progressistas’, já que provocaram a inserção dos países na realidade do século 21, que exige eficiência”.


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