26.03.2018 | 06h36

Procura-se candidato rico

A ausência de limite para autofinanciamento na campanha deste ano, justamente a mais estrangulada em rcursos, com a proibição de doação de pessoas jurídicas, criou uma distorção: partidos privilegiam candidatos ricos, que possam bancar a própria campanha.

O fenômeno é dissecado em reportagem do Estadão nesta segunda-feira. Ao menos três pré-candidatos têm fortunas superiores a R$ 100 milhões: o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), e o empresário Flavio Rocha, dono da Riachuelo.


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