28.05.2018 | 11h46

Política de preços teve aprovação unânime

Como sempre no Brasil, agora chovem críticas à política de preços dos combustíveis da Petrobrás, querendo atribui-la totalmente ao presidente da empresa, Pedro Parente, ou ao vice-presidente da área de finanças, Ivan Monteiro –“herdado” da gestão de Aldemir Bendine, no governo Dilma Rousseff.

Acontece que a política –que prevê reajustes diários nos preços, de acordo com o mercado internacional de petróleo– teve aprovação unânime da diretoria da Petrobrás. A primeira mudança foi em outubro de 2016. A segunda, que estipulou a regra atual, foi em julho de 2017. O assunto só virou tabu porque, agora, o preço internacional do petróleo explodiu. / V.M.


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