17.03.2018 | 13h01

Polícia mantém anonimato de testemunha, que fala no Twitter

A polícia e a imprensa mantiveram em sigilo a identidade da assessora de Marielle Franco que estava com ela e Anderson Gomes e foi a única sobrevivente (e, portanto, única testemunha) do crime que matou a vereadora do PSOL e o motorista. O jornal O Globo teve acesso ao primeiro depoimento da assessora, em que ela diz que estava distraída no momento do crime.

O anonimato adotado para proteção à testemunha, no entanto, foi quebrado pela própria funcionária, que usou sua conta no Twitter para dizer: “Estou viva, mas a alma, oca”.


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