17.10.2018 | 06h44

Paredão de tênis

A cada resultado de pesquisa que mostra vantagem mais dilatada de Jair Bolsonaro nas pesquisas, mais desnorteada fica a campanha de Fernando Haddad. A partir desta contestação, Alberto Bombig escreve, em análise publicada no Estadão, que o PT sofre do mesmo mal que acometeu o PSDB no primeiro turno: quanto mais ataca o candidato do PSL, mais ele cresce nas pesquisas.

Nesse sentido, descreve ele, o termo “candidato teflon”, no qual nada cola, é insuficiente: “Bolsonaro está mais para um paredão de tênis: quanto mais forte a raquetada contra ele, mais rápida e com mais força a bola volta na direção do tenista em formato de aumento de rejeição”.


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