13.07.2018 | 07h49

Papeis trocados no impeachment de Crivella

A votação do impeachment de Marcelo Crivella pela Câmara do Rio mostrou, de um lado, o PSOL dizendo que nem todo impeachment é golpe, e, de outro, o MDB com o discurso de que derrubar um governante eleito é debochar da população.

Diante do que chama de “contorcionismo” dos partidos que estiveram em polos opostos no impeachment de Dilma Rousseff, Bruno Boghossian escreve na Folha que o episódio mostra como “a política se move de acordo com os mais leves ventos das conveniências partidárias”.

 


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