27.07.2018 | 08h41

Paes sob o ‘fantasma de Cabral’

Eduardo Paes “nunca recebeu a visita da polícia, mas já foi chamuscado pelas investigações”, observa Bernardo Mello Franco no Globo. Além de seu marqueteiro e seu secretário de Obras, a proximidade com Jorge Picciani, Eduardo Cunha e, principalmente, Eduardo Paes, não ajudam.

“Ontem ele contou que pediu demissão para ser candidato. Ao justificar a mudança, disse que o estado sofre de “falta de comando” e vive uma “situação terminal”. Pode ser, mas faltou reconhecer a sua responsabilidade no cartório”, escreve o colunista.


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