17.11.2018 | 07h59

Outro rumo

“Nos primórdios de sua candidatura, o hoje presidente eleito disse que o erro de 1964 foi torturar, ‘em vez de matar’. Depois silenciou, como se desdizendo”, escreveu Flávio Tavares no Estadão.

Agora, ao escolher o juiz Sérgio Moro para ministro da Justiça, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), aponta para um rumo oposto ao adotado em seus discursos. Parece caminhar para um governo baseado em Direito e liberdade.


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