15.02.2019 | 08h08

Os porquês do pé atrás com Bebianno

A má vontade da família Bolsonaro com Gustavo Bebianno começou na campanha e na transição, mas alguns fatos recentes contribuíram para azedar a relação não só dos filhos do presidente, mas da ala palaciana do governo, com o ministro. A Coluna do Estadão relata que a aproximação de Bebianno e de seu parceiro Paulo Marinho, suplente de Flávio Bolsonaro, com Renan Calheiros na época da eleição para a presidência do Senado foi um desses fatos. O movimento foi visto como uma tentativa de ter o mandato de Flávio na mão, e até como uma conspiração para que Marinho assumisse –num sinal de que as teorias persecutórias são uma constante no núcleo mais próximo do presidente. / V.M.


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