19.09.2018 | 13h11

Os erros regionais do PSDB

Palanques regionais fortes ajudam a ampliar a densidade da campanha nacional. É uma máxima antiga, mas parece ter sido deixada de lado pelo comando tucano. O caso da Bahia é um erro exemplar. Apesar de ter 10,3 milhões de eleitores (quarto maior colégio do País), a Bahia ficou com um palanque capenga na campanha de Geraldo Alckmin.

Quando o prefeito de Salvador, ACM Neto, desistiu de concorrer, uma outra candidatura aliada foi improvisada no Estado. O resultado é que o governador do PT, Rui Costa, já tem 60% das preferências e deve repassar esse apoio para Fernando Haddad, seu candidato ao Planalto. Quando se abre mão de competir em pé de igualdade por mais de 10 milhões de votos, o caminho para a vitória fica mais longo. /M.M.


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