05.10.2018 | 08h23

Opostos em tudo

Em sua coluna desta quinta-feira no Estadão, Eliane Cantanhêde mostra que Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, os opostos no espectro político-ideológico, têm desempenho também antagônico em relação às classes sociais, à escolaridade e à distribuição demográfica de seu eleitorado.

“Enquanto o favorito encanta os mais ricos e escolarizados, que acreditam no velho que se diz “novo”, o petista consolida a posição entre os de menor renda e instrução, que creem piamente no Pai Lula. Até nisso os dois representam os extremos”, escreve.


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