26.07.2018 | 07h16

O teste do ‘soco na boca’

“Todo mundo tem um plano até levar um soco na boca.” A frase, do ex-boxeador Mike Tyson, foi evocada por William Waack em sua coluna desta quinta-feira no Estadão, em que ele diz que os planos dos principais candidatos à Presidência precisarão ser confrontados com a realidade, e com o contato com os adversários, para se mostrarem eficazes ou não. Ele identifica Geraldo Alckmin e Ciro Gomes como postulantes que jogam com as regras do sistema, enquanto Marina Silva e Jair Bolsonaro são percebidos (mesmo que não sejam) como “de fora”.


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