22.07.2018 | 20h20

O risco da espiral populista na Petrobrás

Diante da tentação, comum a vários candidatos, de dizer que a Petrobrás não deve cobrar pelo combustível o preço compatível com o mercado internacional, Samuel Pessôa fala em sua coluna na Folha sobre o risco de a empresa ser tragada pela “espiral populista” que a tragou no governo Dilma Rousseff e da qual é difícil de sair. “A saída inflacionária é uma forma de populismo que conhecemos de longa data. Uma vez que adquire certa dimensão, o custo de desinflacionar se torna proibitivo. Acabamos de pagar esse custo. As heterodoxias de Dilma em seu primeiro mandato nos custaram muito caro.”


VOLTAR PARA O ESTADÃO