02.03.2019 | 10h14

O presidente combatente

Passados dois meses de governo e a despeito de algumas sinalizações de que começaria a comandar a articulação política e trabalharia para unir o País, Jair Bolsonaro segue parecendo mais com o “combatente que sempre foi” que com um presidente, escreve João Domingos no Estadão. Ele faz um histórico desse “Bolsonaro combatente” dos tempos de deputado: a favor de pautas de interesse dos militares, contra o PT e as pautas identitárias da esquerda. “Foi essa mesma vocação para o combate que levou Bolsonaro à vitória, pois conseguiu passar ao eleitor a mensagem de que era o candidato anti-Lula e anti-PT”, conclui. “Como presidente, Bolsonaro deveria estar mesmo é preocupado com a garantia de sua governabilidade”, prossegue, para depois mostrar que não é isso que vem ocorrendo, em episódios como as duas vezes, nesta semana, em que desautorizou ministros importantes.


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