11.11.2018 | 11h41

O preço das superalianças

Candidatos que foram eleitos governadores com o apoio de muitos partidos festejaram, durante a campanha, o apoio maciço recebido. Graças a ele, tiveram amplo tempo de televisão e rádio, aliados por todas as regiões e extrema capilaridade da campanha.

Eleição ganha, a conta chegou agora com a montagem das equipes de governo. Simplesmente não há vagas de peso o suficiente para abrigar (e agradar) tantos aliados. Um exemplo: no Ceará, Camilo Santana (PT) foi eleito com apoio de 24 partidos. Outro exemplo: no Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) montou uma base para governar que já tem a adesão de 22 legendas. /M.M.


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