20.08.2018 | 08h37

O peso da desconfiança

“Há fortes dúvidas sobre os nomes que estarão preferencialmente nas urnas no segundo turno das eleições presidenciais – e, portanto, sobre os programas econômicos que poderão vingar no mandato do sucessor de Temer”, escreve Cida Damasco no Estadão. Com isso, é difícil mudar o nível de confiança.

População e empresários demonstram baixo astral, e não são as eleições que vão resolver esse quadro completamente. A jornalista alerta que, mesmo depois de se definir um novo governo, haverá muito a ser feito para enfrentar a crise e trazer alento à população.


VOLTAR PARA O ESTADÃO