04.04.2019 | 10h09

O perigo de viver no risco

“Três meses depois de assumir, Jair Bolsonaro demonstra que gosta de viver na beiradinha do risco. O principal deles no momento é arriscar um capital político – aquele que conquistou nas eleições – numa perigosa aposta contra o tempo”, escreveu William Waack no Estadão.

Para o colunista, o presidente corre, inclusive, o risco do ridículo. Ele aponta que a credibilidade e a confiança tão essenciais para qualquer governo estão hoje se deslocando sensivelmente da figura do “mito” em direção aos núcleos militar, econômico e da Justiça.


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