16.09.2018 | 11h53

‘O paradoxo de Haddad’

“A eleição presidencial fica mais clara a cada dia aos olhos dos eleitores. Neste momento, graças ao ataque que sofreu, Bolsonaro está mais próximo do segundo turno. Seu adversário só será conhecido na última hora. Os candidatos à segunda vaga — Ciro Gomes, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e Marina Silva — lutarão cada dia como se fosse o último. Olhando hoje, três semanas antes do domingo, 7 de outubro, parece que vai dar Haddad”, escreveu Ascânio Seleme no Globo.

Contudo, o colunista aponta um paradoxo na candidatura do petista: embora Haddad seja o candidato que mais cresceu na última pesquisa Datafolha, e seja o mais forte para ir ao segundo turno, ele é o mais fraco dos quatro concorrentes, o único que perde para Jair Bolsonaro (PSL).


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