13.04.2018 | 08h54

O ‘pancadão do delator’

Advogados que tentam desencorajar delações premiadas costumam pintar um quadro em que o delator vira um pária da sociedade. Não é isso que mostra reportagem de Rogério Gentile na Folha sobre a vida pós-delação de Augusto Mendonça, que pela Toyo Setal distribuía propinas e foi um dos primeiros delatores.

O ex-executivo é o terror da vizinhança com festas na cobertura de mais de 500 metros quadrados nos Jardins. Uma balada para 200 convidados ganhou até apelido: o pancadão do delator.


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