09.10.2018 | 12h49

O impacto duvidoso das alianças

Passado o 1º turno, começam as especulações sobre quem vai apoiar quem. É sempre assim. Mas, como já aconteceu no primeiro turno, é provável que eventuais alianças entre os partidos tenham pouco ou nenhum impacto na decisão dos eleitores também no segundo turno.

Se as alianças tivessem peso significativo nesta eleição, o tucano Geraldo Alckmin, que formou a maior coligação entre todos os presidenciáveis, estaria no segundo turno — e, como sabemos, não foi o que aconteceu. / José Fucs


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