30.08.2018 | 07h16

O fator ‘estupidez’ nas previsões

Em sua coluna desta quinta-feira, William Waack mostra como economistas projetam o cenário pós-eleitoral a partir da vitória de um reformista ou um não-reformista, com variação de projeções de indicadores como inflação, dólar e crescimento, levando em conta que, em maior ou menor grau, todos agirão para conter o problema fiscal.

“Não critico economistas por raramente acertarem previsões; com jornalistas acontece o mesmo. O que sempre me fascina no raciocínio deles é a pouca margem que atribuem à estupidez humana na tomada de decisões – no caso do Brasil, não fazer nada relevante frente à questão fiscal (uma “não decisão” a cargo de humanos) equivale a uma das posturas mais estúpidas possíveis. E, a julgar pelo andar da carruagem político-eleitoral, até mesmo bastante provável”, escreve no Estadão.


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