03.01.2019 | 09h16

O contraste entre prioridades e retórica vazia

O primeiro dia útil do governo foi profícuo para, com base nos discursos dos ministros, vislumbrar quem larga com diagnóstico, equipe, meta e prioridades e quem vai usar a retórica vazia e altamente ideologizada como plataforma de suas pastas.

No primeiro grupo despontam Sérgio Moro e Paulo Guedes, sobre cujos discursos escrevi vários posts analíticos aqui ontem. No outro se destaca o chanceler Ernesto Araújo, que fez uma colcha de retalhos de citações pseudo-eruditas e que não dizem absolutamente nada a respeito dos desafios da política externa brasileira, do posicionamento estratégico do Brasil ou de questões prementes a serem enfrentadas. Escrevi uma análise sobre esse contraste para o Estadão nesta quinta-feira. / V.M.


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