24.08.2018 | 12h22

Novas formas de matar a democracia

“A erosão da democracia é gradual e, para muitas pessoas, imperceptível. Porque não há tanques nas ruas, muitos cidadãos continuam a acreditar que estão vivendo em uma democracia —até que seja tarde demais”, alerta Steven Levitsky, professor de administração pública em Harvard, em texto na Folha.

Ele lembra que muitas das rupturas de democracia são arquitetadas nas mãos de presidentes eleitos, com o apoio do Congresso e sob o verniz do ‘combate à corrupção’, entre outros discursos. Levitsky conclui que Jair Bolsonaro (PSL) “representa maior ameaça à democracia brasileira do que qualquer candidato à Presidência em décadas.”


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