10.03.2019 | 11h26

Nos Estados, ‘onda bolsonarista’ parece marola

Levantamento feito pelo Estadão mostra que o PSL não conseguiu transformar o resultado positivo que obteve nas urnas em protagonismo nos Legislativos estaduais, nem sequer onde fez o governador ou uma bancada proporcionalmente grande, como no Rio de Janeiro. Diferentemente do discurso eleitoral, o PSL se aliou nos Estados a partidos que fazem oposição ao governo Bolsonaro no plano nacional, para conseguir espaço: isso ocorreu no Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo e Maranhão.


Questionada sobre a falta de protagonismo nos Estados e alianças com partidos tradicionais e opositores ao governo Bolsonaro, a sigla usa como argumento o crescimento no número de eleitos. A sigla saiu da eleição de 2018 com 76 deputados estaduais eleitos, além de três governadores – Santa Catarina, Roraima e Rondônia. Em Brasília, tem 54 deputados federais e quatro senadores.

 

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