25.03.2018 | 15h41

‘O trabalho empresarial é considerado de segunda classe’

O economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e presidente da Fundação Novo, analisa a pouca importância dada pela Constituição ao que ele chama de “trabalho empresarial”, em sua coluna no Estadão, publicada neste domingo, 25. “A Constituição traz pouca coisa sobre a empresa, essa instituição que cria riqueza e emprego”, diz.

Segundo Franco, desde os tempos da Colônia, a “sina inescapável” dos empreendedores no País é fugir do Estado. “As leis trabalhistas e tributárias tratam o ‘trabalho empresarial”como se fosse de segunda categoria”, afirma. “Isso para não falar da opressão das burocracias, licenças, alvarás e de fiscais rigorosos e gananciosos. Eis a dura rotina de quem empreende.” / J.F.


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