31.08.2018 | 10h50

Nem tão ruim, nem tão bom

“O que de melhor poderia acontecer para o Brasil agora seria que os principais candidatos à Presidência fizessem uma campanha honesta, isto é, que não deturpassem demais a dura realidade fiscal do País nem prometessem o impossível”, sugere Hélio Schwartsman em sua coluna na Folha.
O cenário não é tão ruim quanto o de 2014, quando o que se via na campanha eram candidatos falando de um Brasil irreal. Contudo, nesta eleição não faltam “subavaliações e ideias fantasiosas”, analisa o colunista.


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