10.07.2018 | 09h21

‘Não pergunte a Cármen’

Com uma “tímida bandeira branca”, Cármen Lúcia não agiu como deveria uma comandante do Judiciário frente ao que ocorreu com o pedido de habeas corpus de Lula no domingo, opina Bruno Boghossian.

“A presidente do STF não conseguiu liderar o tribunal e apontar o rumo certo quando o Judiciário caminhava para um abismo. (…) Cármen não desempenhou o papel de juíza neutra, mas de árbitra ausente”, escreve o colunista na Folha.


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