11.07.2019 | 18h55

Na ONU, Brasil vota ao lado de islâmicos radicais

Em recentes votações do Conselho de Direitos Humanos da ONU, o Brasil, que tenta se reeleger como membro do colegiado, se posicionou ao lado de países islâmicos ultraconservadores, informa o UOL. Uma pauta comum esteve relacionada ao casamento forçado de menores de idade. O Brasil apoiou uma emenda do Egito sobre o assunto para que fosse retirada a ideia de que existe “direito à saúde sexual e reprodutiva”, bem como endossou trecho sobre o papel de “guardiões e pais” de meninas em emenda sobre casamento infantil, ficando ao lado da Arábia Saudita e Bahrein, por exemplo.

Sobre a emenda egípcia, o Brasil foi o único país da América do Sul a favor de não conferir “direito à saúde sexual e reprodutiva” a menores de 18 anos. Uruguai, Peru e Argentina votaram contra.


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