13.07.2018 | 07h16

Mulheres batem o martelo

A cúpula feminina do Judiciário e do Ministério Público ganhou respeito ao colocar ordem na bagunça judiciária do último domingo, opina Eliane Cantanhêde ao analisar as condutas da presidente do STJ, Laurita Vaz, e da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no episódio. “Contrariando o estereótipo de mulheres delicadas, medrosas e frágeis, Laurita, Cármen e Raquel foram fortes na defesa das instituições que comandam”, escreve em sua coluna no Estadão.


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